Referência: 13960-SF
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Um pouco mais sobre o imóvel
Casa da Rampa
Arquitetura que se reconhece à distância e se compreende no tempo.
Em um mercado saturado por excessos e soluções previsíveis, a Casa da Rampa, assinada por Marcos Bertoldi, afirma-se por aquilo que raramente se encontra: clareza de ideia.
Implantada com precisão sobre um terreno em declive, a residência não busca protagonismo pela escala, mas pela inteligência do gesto. Seu elemento mais emblemático, a rampa, não conduz à entrada principal. E é justamente aí que reside sua força. Ela não é caminho, mas linguagem; não é função, mas expressão.
Suspensa e linear, a rampa atravessa o jardim como um traço contínuo, quase gráfico, organizando o olhar e estabelecendo um eixo de leitura da arquitetura. É um elemento plástico que identifica a casa antes mesmo de compreendê-la, uma assinatura espacial que transforma circulação em presença.
O volume principal tem uma estrutura precisa, planos brancos e aberturas horizontais, uma linguagem que dialoga com a tradição do modernismo e encontra ressonância na obra de Richard Meier. Assim como em suas referências, a casa se constrói a partir da luz, da geometria e da disciplina formal, onde cada elemento existe com intenção e medida. Aqui, no entanto, essa influência é reinterpretada com precisão local, em uma arquitetura que se ancora no território sem perder sua vocação universal.
A casa se sustenta na proporção, no controle da luz e na relação refinada com o entorno. A paisagem não é cenário, mas parte ativa da composição.
Internamente, a experiência se descola da expectativa gerada pela rampa externa. O acesso se dá de forma mais direta, reforçando a distinção entre o que é percurso funcional e o gesto arquitetônico. Essa dualidade confere à casa uma camada adicional de surpresa: ela não se explica de imediato, exige leitura.
A Casa da Rampa se insere em uma linhagem de residências onde arquitetura e autoria são indissociáveis. Não é um imóvel que responde apenas a um programa, é uma construção intelectual, precisa e atemporal. Para um público habituado ao circuito internacional, onde adquirir uma casa é também adquirir repertório, trata-se de uma obra que transcende localização.
Mais do que habitar, aqui se convive com uma ideia.
Ramp House
Architecture that is recognized from a distance and understood over time.
In a market saturated with excess and predictable solutions, Ramp House, designed by Marcos Bertoldi, stands out for something rarely found: clarity of idea.
Precisely set on a sloping site, the residence does not seek prominence through scale, but through the intelligence of its gesture. Its most emblematic element, the ramp, does not lead to the main entrance. And that is precisely where its strength lies. It is not a path, but a language; not a function, but an expression.
Suspended and linear, the ramp cuts across the garden like a continuous, almost graphic line, organizing the gaze and establishing an axis for reading the architecture. It is a sculptural element that identifies the house even before it is fully understood—a spatial signature that transforms circulation into presence.
The main volume has a precise structure, white planes, and horizontal openings—a language that engages with the tradition of modernism and resonates with the work of Richard Meier. As in his references, the house is built upon light, geometry, and formal discipline, where each element exists with intention and measure. Here, however, this influence is reinterpreted with local precision, in an architecture rooted in its territory without losing its universal vocation.
The house is sustained by proportion, control of light, and a refined relationship with its surroundings. The landscape is not merely a backdrop, but an active part of the composition.
Internally, the experience diverges from the expectation created by the external ramp. Access is more direct, reinforcing the distinction between functional circulation and architectural gesture. This duality gives the house an additional layer of surprise: it does not explain itself immediately—it demands interpretation.
Ramp House belongs to a lineage of residences where architecture and authorship are inseparable. It is not a property that merely responds to a program; it is an intellectual construction, precise and timeless. For an audience accustomed to the international circuit—where acquiring a house is also acquiring cultural repertoire—this is a work that transcends location.
More than inhabiting it, one engages with an idea.
Referência13960-SF
Tipo de uso residencial
Município/UF CURITIBA - PR
Bairro Campo Comprido
Área total 2.462,72m²
Área privativa 1.126,06m²
Área terreno 2.462,72m²
Valor do imóvel R$ 24.500.000,00
Valor do Condomínio R$ 7.201,22
Tipo CASA EM CONDOMÍNIO
Face do imóvel Norte/Oeste
Face do apartamento Norte/Oeste
IPTU R$ 10.503,50
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Escritório
Júlia Wanderley, 1437